segunda-feira, 25 de março de 2024

Quem mandou matar Marielle

A Espera por Justiça: 6 anos e 10 dias para Descobrir Quem Mandou Matar Marielle
Durante 6 longos anos e 10 dolorosos dias, a sombra de um crime brutal pairou sobre a cidade do Rio de Janeiro. O assassinato covarde de Marielle Franco, mulher forte, defensora dos direitos humanos e símbolo de luta por justiça social, chocou o país e reverberou pelo mundo.
Enquanto a memória de Marielle ecoava nos corações daqueles que acreditavam em suas causas e lutavam pela mesma justiça que ela defendia, os dias se arrastavam, as perguntas se acumulavam e as respostas pareciam distantes.
Foram anos de apelos, de protestos, de lágrimas e de indignação. A cada mês que passava sem uma resolução para o caso, a esperança vacilava, mas não se apagava. A voz de Marielle, calada à força, ressoava mais alto do que nunca, clamando por justiça, por verdade, por dignidade.
E então, após 6 anos e 10 dias de espera angustiante, veio a notícia tão aguardada, mas também tão amarga. A identidade dos mandantes do crime foi revelada, trazendo à tona uma teia de interesses obscuros, de poder e violência, que tentaram calar uma voz que se recusava a se calar.
A descoberta da verdade não trouxe alívio, mas sim uma mistura de sentimentos complexos. A sensação de justiça sendo feita era acompanhada pela dor da perda irreparável, pela revolta diante da crueldade e pela consciência de que ainda há tanto a ser feito para que crimes como esse não se repitam.
Marielle foi mais do que uma vítima. Ela foi e continua sendo um símbolo de resistência, de coragem, de luta por um mundo mais justo e igualitário. Seu legado transcende sua própria vida e se torna um chamado à ação, um convite à reflexão, uma inspiração para todos aqueles que acreditam em um futuro melhor.
Que a memória de Marielle Franco nos guie na busca por justiça, na defesa dos direitos humanos, na construção de uma sociedade mais justa e solidária. Que sua voz ecoe em nossos corações e nos impulsione a continuar lutando, mesmo diante das adversidades, mesmo quando a espera parece interminável.
6 anos e 10 dias se passaram desde aquela noite trágica, mas Marielle estará sempre presente, lembrando-nos de que a luta não termina com um veredicto, que a justiça nunca é completa enquanto houver injustiça no mundo. E assim, seguimos adiante, honrando sua memória, defendendo suas causas, construindo um legado de amor, de verdade e de esperança.
Vera Salbego

 

O Eco do Grito de Alerta à Humanidade


Ecoando pelos séculos, um grito angustiado ecoa pelos cantos mais sombrios da consciência humana, um alerta urgente que teima em não ser ouvido. No turbilhão da vida cotidiana, os seres humanos parecem surdos aos lamentos da Mãe Terra, que clama por socorro, vendo-se esgotada e ferida pela voracidade insaciável daqueles que a habitam.

A natureza, outrora exuberante e generosa, responde com fúria aos desmandos da humanidade desenfreada. As águas revoltas inundam cidades inteiras, as chamas devoram florestas milenares, os ventos sopram com violência avassaladora. A Terra, ferida em sua essência, clama por misericórdia, súplica que cai em ouvidos moucos, em corações enrijecidos pela indiferença.

Enquanto o progresso avança a passos largos, a sustentabilidade se torna mera palavra vazia em discursos políticos distantes da realidade. O plástico sufoca os oceanos, o ar se torna irrespirável nas cidades superlotadas, os recursos naturais escasseiam em ritmo acelerado. A ganância e a cegueira em relação às consequências a longo prazo transformam o planeta em um palco de tragédias anunciadas.

O grito de alerta à humanidade ressoa não apenas nos elementos da natureza em desequilíbrio, mas também na alma de cada ser humano que, perdido em suas ambições efêmeras, esquece-se de sua conexão vital com o todo. A solidariedade cede lugar à competição desmedida, a compaixão sucumbe à indiferença, a ética se dissolve em prol do lucro imediato.

No entanto, em meio às sombras que ameaçam encobrir o futuro, ainda há uma réstia de esperança a brilhar no horizonte. Cabe a cada indivíduo acolher em seu âmago o chamado da Terra ferida, despertando para a responsabilidade coletiva que nos une em um destino comum. Somente através da solidariedade, do respeito à diversidade das formas de vida e do cuidado amoroso com nosso lar comum será possível reverter o trágico curso dos acontecimentos.

Que o grito de alerta à humanidade ressoe não como um lamento de desespero, mas como um chamado à ação consciente, à transformação interior que se reflete em atitudes cotidianas em prol da sustentabilidade e da equidade. Que cada gesto de amor à Terra seja um eco poderoso capaz de despertar corações anestesiados pela rotina, recordando a todos que somos guardiões temporários deste planeta e que é urgente agir em prol de sua preservação.

Que o grito de alerta seja, enfim, um hino de esperança, um convite à redenção e à construção de um futuro digno para todas as formas de vida que habitam este magnífico e frágil planeta azul. Que seja o despertar de uma consciência coletiva capaz de nutrir, em vez de explorar, de proteger, em vez de destruir, de amar, em vez de temer. Que seja, acima de tudo, o início de uma nova era de respeito e harmonia entre a humanidade e sua morada terrena.

Vera Salbego

Quem Mandou Matar Marielle

 Crônica

A Espera por Justiça: 6 anos e 10 dias para Descobrir Quem Mandou Matar Marielle
Durante 6 longos anos e 10 dolorosos dias, a sombra de um crime brutal pairou sobre a cidade do Rio de Janeiro. O assassinato covarde de Marielle Franco, mulher forte, defensora dos direitos humanos e símbolo de luta por justiça social, chocou o país e reverberou pelo mundo.
Enquanto a memória de Marielle ecoava nos corações daqueles que acreditavam em suas causas e lutavam pela mesma justiça que ela defendia, os dias se arrastavam, as perguntas se acumulavam e as respostas pareciam distantes.
Foram anos de apelos, de protestos, de lágrimas e de indignação. A cada mês que passava sem uma resolução para o caso, a esperança vacilava, mas não se apagava. A voz de Marielle, calada à força, ressoava mais alto do que nunca, clamando por justiça, por verdade, por dignidade.
E então, após 6 anos e 10 dias de espera angustiante, veio a notícia tão aguardada, mas também tão amarga. A identidade dos mandantes do crime foi revelada, trazendo à tona uma teia de interesses obscuros, de poder e violência, que tentaram calar uma voz que se recusava a se calar.
A descoberta da verdade não trouxe alívio, mas sim uma mistura de sentimentos complexos. A sensação de justiça sendo feita era acompanhada pela dor da perda irreparável, pela revolta diante da crueldade e pela consciência de que ainda há tanto a ser feito para que crimes como esse não se repitam.
Marielle foi mais do que uma vítima. Ela foi e continua sendo um símbolo de resistência, de coragem, de luta por um mundo mais justo e igualitário. Seu legado transcende sua própria vida e se torna um chamado à ação, um convite à reflexão, uma inspiração para todos aqueles que acreditam em um futuro melhor.
Que a memória de Marielle Franco nos guie na busca por justiça, na defesa dos direitos humanos, na construção de uma sociedade mais justa e solidária. Que sua voz ecoe em nossos corações e nos impulsione a continuar lutando, mesmo diante das adversidades, mesmo quando a espera parece interminável.
6 anos e 10 dias se passaram desde aquela noite trágica, mas Marielle estará sempre presente, lembrando-nos de que a luta não termina com um veredicto, que a justiça nunca é completa enquanto houver injustiça no mundo. E assim, seguimos adiante, honrando sua memória, defendendo suas causas, construindo um legado de amor, de verdade e de esperança.
Vera Salbego
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Novo Livro da Escritora Vera Salbego

 https://literaturars.com.br/2020/12/09/vera-salbego-em-novo-livro-para-a-infancia/


Era uma vez, uma pequena cidade no meio das montanhas. Próximo dali, vivia Tio Francisco, que adorava contar histórias. Tio Francisco tinha amigos encantadores, mas só algumas pessoas podiam conhecê-los. Será que você é uma delas?

Esta é a sinopse de Uma Pequena História de Duendes, novo livro de Vera Salbego que chega pela Editora Palavreado, com ilustrações de Tristan Arcada. Autora dedicada a temas relacionados à afetividade, Vera participa de um evento virtual de lançamento de sua mais recente obra neste sábado, 12 de dezembro, a partir das 18h, no Facebook da Palavreado (link externo).

O livro já está à venda pelo site da editora (link externo).

Sobre a autora
Vera Salbego é natural de natural de Uruguaiana mas reside em Guaíba. Formada em Letras pela PUCRS, Pós-Graduada em Psicopedagogia e Mestra em Literatura Latina. Professora do Ensino Médio e Fundamental, estreou na Literatura em 1985. Menção Honrosa no Concurso Nacional Mario Quintana na cidade de Alegrete. Autora dos Livros Vitrine do Coração (2004), Caminhos (2006) e A Formiguinha Valente (2019), entre outros títulos.

Uma Pequena História de Duendes
Vera Salbego
16 p.
R$ 20
Editora Palavreado
Compre aqui (link externo)

segunda-feira, 23 de março de 2020

A realidade da humanidade

Por Vera Salbego
Existe pouco amor entre os humanos do planeta. As pessoas são egoístas e pensam somente nelas. Nessa calamidade publica que vivemos atualmente com o Coronavírus presenciei ontem no mercado de minha cidade diversas pessoas comprando produtos sem pensar no outro. Apenas olhando seu umbigo. Nas farmácias o álcool gel a preços de ouro pela ganância de alguns comerciantes que apenas querem lucrar.  Nós brasileiros nunca vivemos uma epidemia dessas que precisamos ficar isolados dentro de casa. Particularmente nunca tinha presenciado algo assim. Médicos desmarcando consultas e cirurgias também tudo para evitar do Vírus se alastrar no país. Vejo notícias, nos jornais, internet países como Itália que já morreram tanta gente que até em cemitérios de algumas cidades não tem mais espaço. Que triste essa realidade que vivemos em pleno século XXI. Infelizmente nossa terra apenas clama o seu pedaço sagrado que nós humanos destruímos. Nostradamus em séculos passados já tinha escrito sobre as calamidades que ocorreriam na terra com falsos profetas, Vírus e guerra. Nesse momento espero que as pessoas, convivam mais com sua família, e saibam mesmo sem poder tocar demostrar seu amor ao outro. É isso que nós seres humanos precisamos cuidar um do outro e sermos verdadeiros irmãos de nossos semelhantes.  Deixar que a voz do coração seja ouvida é disso que precisamos espalhar ao mundo. E não se esquecendo da higiene de lavar as mãos e usar o álcool gel assim estaremos preservando a nossa vida e a do outro!